COVID-19 e sua influência na segurança dos alimentos

Álcool em gel, sabão, água sanitária. O alto risco de transmissão do Novo Coronavírus fez crescer consideravelmente o uso desses produtos nos últimos meses. Para consumidores cada vez mais desconfiados, a preocupação com a higiene na hora das compras aumentou muito durante a pandemia. No entanto, a tendência é que esse comportamento se mantenha no cenário pós-COVID — principalmente no setor alimentício. Sendo assim, os cuidados com a segurança dos alimentos devem ser redobrados.

Mas o que significa segurança dos alimentos?

O conceito se refere à adoção de práticas que visam garantir a qualidade do alimento, desde a manipulação até o consumo, para evitar que ele ofereça riscos à saúde do consumidor.

Vale lembrar que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até o momento não existe evidência de contaminação pelo vírus da COVID-19 através das refeições. Contudo, reforçar boas práticas de higiene durante o preparo, a manipulação e a venda dos alimentos é uma importante medida de precaução — até mesmo para evitar outras infecções.

O que fazer enquanto consumidor?

Um estudo recente, publicado no New England Journal of Medicine, indica que o Novo Coronavírus é capaz de sobreviver até 72 horas em determinados materiais, como plástico e aço. Por esse motivo, consumidores devem estar atentos para evitar que embalagens e superfícies de contato se tornem veículos de transmissão do vírus. Para isso, veja algumas dicas:

Na hora das compras

Em primeiro lugar, lembre-se de limpar o carrinho de compras com álcool em gel e de higienizar as mãos sempre que encostar em produtos, superfícies e em outras pessoas. Além disso, tome cuidado com algumas práticas ao escolher alimentos expostos: evite falar, rir, tossir, espirrar e tocar o rosto.

Outra dica é começar as compras pelos produtos não perecíveis. Deixe para pegar os itens que não podem ficar sem refrigeração por último. Sempre observe a aparência e a textura dos alimentos, para certificar-se de que eles estão em bom estado. Vale lembrar que itens frescos — como frutas, verduras e legumes — não devem ser consumidos se estiverem com partes estragadas. 

No caso dos produtos industrializados, é necessário atentar-se ao prazo de validade e verificar se a embalagem está lacrada e em boas condições — se não está amassada ou estufada, por exemplo. 

Por fim, mas não menos importante: preste atenção às condições em que se encontram os utensílios e local de preparo dos alimentos de consumo imediato. Além disso, observe se as pessoas que estão manipulando a comida utilizam máscaras, luvas, toucas e equipamentos de proteção adequados.

Ao chegar em casa

Antes de mais nada, alimentos e suas embalagens devem ser higienizados. Afinal, no mercado, os produtos ficam expostos a partículas e microorganismos que podem causar infecções — dentre elas, a COVID-19. Lembre-se ainda de fazer a limpeza das superfícies que serviram de apoio para as compras.

Sempre que possível, troque as sacolas e embalagens originais dos produtos. Uma ótima alternativa para substituí-las é utilizar o saco Zip Lock da Alpfilm — o único do mercado capaz de eliminar 99,96% dos agentes causadores de intoxicações. Outra opção é lavar as embalagens com água e detergente ou higienizá-las com álcool 70%, a fim de eliminar vestígios de poeira, vírus, fungos e bactérias. 

Na hora de armazenar os alimentos, a maioria dos vegetais deve ser mantida em local refrigerado para evitar que estraguem com facilidade. O mesmo vale para carnes, queijos, ovos, manteiga e itens pré-prontos. Por outro lado, alimentos não perecíveis e as frutas e legumes mais resistentes devem ser mantidos em local seco e arejado — sob temperatura ambiente.

Prevenção como estratégia de mercado

A 5ª edição do estudo feito pelo Opinion Box sobre os impactos da pandemia nos hábitos de compra e consumo dos brasileiros mostrou que, em relação aos supermercados, “54% [dos entrevistados] estão atentos aos cuidados de prevenção com a COVID-19 que o estabelecimento está tendo e 52% consideram a higiene do local um fator essencial”. Dessa forma, intensificar as práticas relacionadas à segurança dos alimentos é também uma estratégia para que as empresas consigam atender às novas demandas do mercado, de modo a conquistar a preferência do consumidor. 

Pensando nisso, separamos algumas sugestões que podem ajudar estabelecimentos comerciais — e até mesmo a indústria — a lidar melhor com essa nova realidade.

#1 – Saúde do trabalhador em primeiro lugar

A fim de reduzir o risco de transmissão do Novo Coronavírus dentro do local de trabalho, é responsabilidade da empresa avaliar constantemente o estado de saúde de seus colaboradores. Além disso, é fundamental que haja o afastamento imediato do funcionário diante de caso suspeito.

#2 – Medidas de higiene reforçadas

Para garantir a segurança dos alimentos, é necessário proporcionar a manutenção da higiene das pessoas que os manipulam. Para isso, os estabelecimentos devem oferecer instalações e produtos adequados para que funcionários e clientes possam higienizar suas mãos. 

Além disso, a desinfecção do ambiente deve ser feita regularmente. Para isso, é importante que superfícies e utensílios que entram em contato direto com o alimento também sejam higienizados. 

#3 – Itens perecíveis requerem um cuidado a mais

O comércio de produtos perecíveis (como açougues e padarias) deve seguir rigorosamente a legislação vigente sobre os tipos de preparo, manuseio e distribuição adequados. Além disso, é importante respeitar a capacidade de armazenamento dos refrigeradores e manter o controle da temperatura adequada aos alimentos.

No caso de itens porcionados no estabelecimento, os cuidados devem ser redobrados. Isso porque microorganismos presentes no ar podem contaminar a comida e gerar problemas de saúde após o consumo. Para embalar os produtos com mais segurança, recomendamos o uso do filme de PVC Alpfilm Protect. Desenvolvido com o mesmo escudo de proteção que o nosso saco tipo Zip Lock, ele é capaz de eliminar agentes causadores de doenças. 

#4 – Acompanhe as medidas na prática

Empresas devem ficar atentas para garantir que as medidas propostas sejam colocadas em prática no dia a dia. Para isso, oferecer os equipamentos de proteção adequados e treinamentos para que os funcionários saibam como realizá-las, além de acompanhar efetivamente essas ações, é fundamental.

#5 – Crie relações transparentes com os clientes

Para conquistar a confiança do consumidor, as práticas de higiene e prevenção adotadas no estabelecimento comercial devem ser comunicadas. Para tal, identifique os melhores canais de contato com seu público e aproveite para divulgar informações relevantes.

Mesmo sabendo que não há evidências de transmissão do Coronavírus através da alimentação, os consumidores estão cada vez mais atentos às precauções tomadas por supermercados, restaurantes, açougues, padarias e demais estabelecimentos comerciais. Por isso, intensificar as medidas de segurança dos alimentos, mais do que uma forma de prevenção, é essencial para empresas que desejam manter a relevância no mercado neste momento. Gostou das sugestões? Nos acompanhe também pelo Instagram, Facebook e LinkedIn. 

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